sexta-feira, 5 de novembro de 2010

CHINA AMEAÇA DEMOCRACIA

Governo chinês quer impedir que países enviem representantes para entrega do Nobem da Paz(BBC de Londres)


A China advertiu que haverá 'consequências' para os governos que enviarem representantes à cerimônia de premiação do dissidente Liu Xiaobo com o Nobel da Paz, a ser entregue em 10 de dezembro.

Diplomatas na capital da Noruega, Oslo, onde ocorrerá a premiação, receberam cartas da embaixada chinesa que, de forma implícita, fizeram a advertência contra a ida à cerimônia.

Um porta-voz do Ministério de Relações Exteriores britânico confirmou que 'os chineses levantaram a questão', mas disse que 'é prática normal que o embaixador britânico na Noruega compareça ao Prêmio Nobel. O embaixador pretende comparecer neste ano'.

Liu foi premiado, segundo o comitê do Nobel, por sua 'longa e não violenta luta por direitos humanos fundamentais na China', o que provocou a ira do governo chinês.

O dissidente foi preso em dezembro passado por subversão, após escrever um manifesto pedindo profundas reformas na China. Ele também participou dos protestos na Praça da Paz Celestial em 1989.

O anúncio do Nobel desencadeou manifestações favoráveis a Liu em diversas partes do mundo e pedidos de libertação vindos do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e de líderes asiáticos e europeus.

'Arma política'
Pequim sustenta que o prêmio a Liu é um 'estímulo à criminalidade'.

O jornal People's Daily, pró-Partido Comunista Chinês, descreveu em reportagem desta sexta-feira o Nobel como uma arma política do Ocidente para atacar uma China em ascensão.

Também nesta sexta-feira, França e China assinaram acordos comerciais que totalizam bilhões de euros, durante visita do presidente Hu Jintao ao país europeu.

Mas um ministro chinês disse que a libertação de Liu não seria discutida entre Hu e o presidente francês, Nicolas Sarkozy.

O líder do grupo Repórteres Sem Fronteiras na França, Jean François Julliard, pediu que o governo francês emita comunicado em defesa de Liu.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

INGRID BETANCOURT LANÇA LIVRO NO BRASIL

Ingrid Betancourt veio a São Paulo lançar livro de
memórias (Texto:Giovana Sanchez
Do G1, em São Paulo /Foto: Daigo Oliva/G1)

Ela tem um olhar profundo e uma voz doce. A aparência de Ingrid Betancourt engana: quem vê seu rosto delicado não diz que é a mesma mulher que ficou seis anos e meio vivendo na selva, presa como refém de guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Dois anos depois de sua libertação pelo Exército, a ex-candidata à Presidência e mãe de dois filhos faz uma viagem por vários países para lançar seu livro de memórias: 'Não há silêncio que não termine' (Ed. Companhhia das Letras).

Em sua passagem por São Paulo, ela falou ao G1 sobre política, vida pessoal e as lições que tirou do sequestro. Disse ter gostado da eleição de Dilma Rousseff para a Presidência - cargo ao qual concorria, na Colômbia, quando foi sequestrada, em 2002. "Penso que é uma mulher muito complexa, que tem muitas facetas, obviamente de êxito profissional, mas também é uma pessoa que sofreu na ditadura, e portanto acho que deve valorizar infinitamente os direitos humanos e o valor da democracia."

Veja a entrevista com a franco-colombiana Ingrid Betancourt:

G1 - Por que você decidiu escrever o livro só dois anos depois de sua libertação?
Ingrid Betancourt - Porque não pude escrever antes. Não tinha a estabilidade emocional para sentar e escrever direto. Comecei oito meses depois da minha libertação. E me levou muito tempo para escrever, mais do que havia previsto. Me tomou um ano e meio. Então foi um processo longo e difícil.

G1 - Você mantém alguma relação com os outros reféns libertados?
Betancourt - Falo com praticamente todos. Há um ou dois com quem não falei, mas falo muito frequentemente, quase todos os dias, com muitos deles.

G1 - Eles estão bem? Passaram pelo mesmo processo que o seu?
Betancourt -
Sim, estão bem. Por processos um pouco diferentes, porque meus companheiros escreveram seus livros quando saíram, e eu decidi esperar passar um tempo, deixar decantar o que estava sentindo para poder ter mais perspectiva sobre o que queria escrever. Eu ainda não tenho um lugar onde viver, ainda vivo de malas. Eles já estão instalados, têm suas casas, suas vidas já organizadas.

G1 - Como é sua segurança? Você faz algo que não fazia antes?
Betancourt -
Digamos que há reflexos de segurança que adquiri. Tenho mais consciência de quem está ao meu redor, trato de olhar quem está perto e reajo muito diretamente frente a eventos que não me parecem normais, digamos. Não sei se é trauma ou se é prudência.

G1 - Como foi a relação com seus filhos na sua volta? Você os deixou pequenos e os encontrou adultos...
Betancourt - Foi um choque, obviamente. Um choque de felicidade, primeiro.

G1 - O que mudou na relação?
Betancourt -
Tudo mudou. Tudo mudou porque tinha filhos que levava ao colégio, comprava coisas no mercado, me encarregava que fossem para cama a certa hora, se estavam doentes tinha que chamar o médico. Hoje em dia são adultos, então a vida é diferente. Porque é um espaço que eles me concedem em suas vidas. Digamos que no começo foi um pouco difícil para eu aceitar isso. Que não era eu quem definia o tempo que estávamos juntos, mas eles.

G1 - E como está tudo agora?
Betancourt -
Tem sido interessante, pois, no começo, voltar a criar o espaço para ser mãe em suas vidas foi algo que não foi evidente, porque eles viviam sem mãe, eles não tinham um espaço para uma mãe. [...] Tinham a necessidade afetiva, mas na distribuição do tempo não havia espaço para mim. Tive que voltar a construir esse espaço, a necessidade do diálogo, os reflexos de comunicação, e voltar a construir uma comunicação sã, [...] em que pudéssemos nos ajudar e nos amar de uma maneira construtiva.

Havia momentos de conflito, porque tínhamos que nos sintonizar. Me lembro por exemplo quando recebi o ‘Blackberry’ e pensei: bom, agora posso falar com eles o tempo todo. E eles não me ligavam. Eu ligava, mandava mensagem e eles não me respondiam. Então um dia falei com Lorenzo e disse: ‘bom, eu queria que me ligasse umas duas vezes por dia para saber onde anda’. Ele disse ‘não vou te ligar, não tenho tempo, estou com meus amigos, minha vida, tenho minha vida, não posso ficar te ligando’. Isso para mim foi um choque muito duro.

E depois entendi que tinha razão. A normalidade da relação é de que ele tenha sua vida e não ficasse pensando que teria que me ligar. E me parece que isso é são, então é um processo de adaptação.

G1 - Por que você desistiu de ser política? Com que deseja trabalhar agora?
Betancourt - Desisti da política na Colômbia, porque me parece que a política na Colômbia extrai o pior do ser humano, não o melhor. E eu quero estar em contato com o melhor do ser humano.

G1 - E por que traz o pior?
Betancourt -
Porque a política é uma luta de poder, e nessa luta os instintos básicos, e não os melhores, são os que afloram.

G1 - Mas isso é só na Colômbia ou em todos os lugares?
Betancourt -
Creio que por todos os lados. Na Colômbia está um pouco exacerbado por toda violência, pela corrupção. Há um culto à mentira. Há um grande cinismo. E penso que também há uma complacência no ‘status quo’.

G1 - Por parte de quem?
Betancourt -
Por parte da diligência, creio que não são sensíveis à dor alheia, e eu diria que de parte da população que vive numa bolha, os colombianos que vivem nas cidades, que vivem como na Europa ou nos EUA, com tudo o que necessitam, com acesso a tudo, um pouco como aqui em São Paulo.

Mas, na Colômbia se nega a existência dos que não têm. E é muito particular com a Colômbia, porque vejo que nos outros países, por exemplo aqui há debate sobre o que está ocorrendo. Mas na Colômbia, se alguém diz ‘há esses problemas’, imediatamente dizem que está falando mal do país, afetando sua imagem, fazendo mal à Colômbia.

G1 - E foi isso que aconteceu com você?
Betancourt -
O que acontece comigo e com várias outras pessoas. Mas acho que comigo a situação é pior ainda. Porque creio que se deram condições nas quais houve uma explosão de ódio contra mim e me trataram como uma criminosa. Não trataram Pablo Escobar como me trataram.

'Desisti da política na Colômbia, porque me parece que a política na Colômbia extrai o pior do ser humano, não o melhor', disse Ingrid (Foto: Daigo Oliva/G1)

G1 - Por que você acha que isso aconteceu?
Betancourt -
Porque na Colômbia há interesses para que eu não volte a ser política. Acho que isso está muito claro.

G1 - E com que você quer trabalhar agora?
Betancourt -
Quero trabalhar com pessoas que posso ajudar. Gostaria de continuar escrevendo. Gostei desse exercício de escrever. Gostaria de ensinar e aprender. E adiantar outros projetos que tenho na vida. Agora o mais importante é a reconstrução da minha própria vida.

G1 - O que você achou da eleição da primeira mulher à Presidência no Brasil, Dilma?
Betancourt -
Gostei muito. Devo confessar que gostei muito. Por muitas razões. Obviamente, porque é uma mulher, mas não só por isso. Mas porque é ela. Penso que é uma mulher muito complexa, que tem muitas facetas, obviamente de êxito profissional, mas também é uma pessoa que sofreu na ditadura, e portanto acho que deve valorizar infinitamente os direitos humanos e o valor da democracia.

E é muito interessante porque foi uma pessoa muito de esquerda, mas chega à Presidência democraticamente. Creio que isso, espero, que contribua para o distanciamento das Farc. E que finalmente o Brasil entenda que as Farc são um grupo terrorista que está fazendo mal. O mesmo mal que fizeram a ela na ditadura, que fez com que fosse vítima, torturada, é o que estão fazendo, pelos mesmos motivos ideológicos, com o mesmo extremismo, mas de um ponto oposto no espectro político, é o que estão fazendo as Farc. Então acho que é muito importante que nos posicionemos pela democracia, contra o terrorismo, seja de onde venha, do Estado ou da subversão.

G1 - Na campanha brasileira, houve acusações de que o Partido dos Trabalhadores, da presidente eleita, tinha relações com as Farc. Você reconhece alguma relação?
Betancourt -
Não sei nada dessa relação, mas sei que existe no mundo. Houve uma complacência com as Farc. As Farc fizeram uma diplomacia muito ativa durante muitos anos. Me lembro que, quando sequestrada, uma coisa que me doeu muito foi quando o partido comunista francês recebeu uma delegação das Farc em uma das assembleias. Isso para mim foi muito violento, porque é dizer: estão nos torturando, nos estão fazendo muito mal e eles estão os recebendo como uma organização política.

Acredito que as Farc têm que sentir a pressão do mundo, porque eles têm jogado esse jogo duplo, de ser políticas para alguns e de ser narcotraficantes e terroristas em seu atuar. Acredito que o mundo tem que colocar um freio nisso. Ou você é político e tem uma consciência política e tem uma ética política e não se permite cruzar umas fronteiras. Acho que é importante colocar fim a essa filosofia de que os fins justificam os meios. Os fins não justificam os meios. Ao contrário. [...] Porque as Farc estão sequestrando, porque as Farc estão se financiando com o trafico de drogas e se tornaram traficantes de drogas terroristas. [...] E eu espero de Dilma que tenha, como mulher, como vítima, como democrata, como tudo o que nós vemos nela, que tenha a força de apresentar regras do jogo diferentes.

"Tenho mais consciência de quem está ao meu
redor e reajo muito diretamente frente a eventos
que não me parecem normais"

G1 - Você chegou a conhecer a jovem holandesa Tanja Nijmeijer, que entrou para as Farc? Por que você acha que jovens como ela se juntam à guerrilha?
Betancourt -
Não a conheço, então não sei quais foram seus motivos. Mas penso que há jovens que têm a visão romântica das Farc. Não são a maioria dos jovens que ingressam. A maioria são ‘raspachines’, que são, na Colômbia, os camponeses que trabalham com a coca, a colhem e raspam para misturar com os produtos químicos e fazer a pasta de cocaína. Mas, obviamente, estão sujeitos a perseguição dos militares, da policia, estão sujeitos a abusos e a outros tipos de violência. Então, para eles, entrar para as Farc é como uma promoção social. [...] As meninas que ingressam em sua maioria são prostitutas ou meninas que não querem ser prostitutas. Casos como dessa menina são exceções, digo, de pessoas que têm tudo e que entraram para a guerrilha. Provavelmente a enganaram.

G1 - Que lição você tirou de tudo isso para sua vida pessoal?
Betancourt -
Lembro quando estava presa em uma árvore – e foi um momento muito preciso porque lembro que estava chovendo – e havia pedido ao comandante que me deixasse ficar na barraca com meus companheiros, e ele não me autorizou. Eu tinha pedido que me soltasse para ir ao banheiro e ele me olhou feio e disse: ‘faça aí, na minha frente ‘. Nesse momento eu pensei ‘perdi tudo’, meus filhos, minha vida, minha mãe. Meu pai que estava morto parecia estar mais perto de mim do que todos os demais.

[...] Mas depois pensei ‘não, não tinha perdido tudo’. Havia algo que eu não tinha perdido, e era a decisão que podia tomar de dizer que tipo de pessoa eu quero ser. E eu não quero ser como eles. Não quero ser uma pessoa que mata outro para obter a liberdade, não quero ser alguém que odeia, não quero ser uma pessoa que saia da selva, se um dia sair, com rancor, sede de vingança. Pensei: eu posso definir isso.

E hoje em dia, quando tenho a liberdade de tudo, sigo sentindo que o mais importante é isso. E essa liberdade de definir quem se quer ser é uma liberdade que não se dá nas grandes decisões da vida, mas nos pequenos detalhes, em cada momento. Na maneira como uma pessoa dispõe de seu tempo. Porque acredito que o maior presente que uma pessoa pode dar a outra é seu tempo. Então é no amor que se coloca nas relações com os demais, no trato com os demais. Enfim, não acho que uma pessoa seja capaz de mudar o mundo, mas é possível mudar o próprio mundo, o seu interior, e quando mudamos o nosso interior, estamos mudando o mundo.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

HISTÓRIA DE MATURIN

Conforme a academia venezuelana da história esta cidade foi fundada no dia 7 de Dezembro de 1760 pelo frade espanhol Lucas de Zaragoza. Maturín (FOTO) é uma diocese católica desde 1958.

Saúde

O esgoto da cidade começou a ser construido em 1944.

O principal centro de saúde de Maturín é O Hospital Manuel Núñez Tovar. Outros hospitais públicos são O José Antonio Serres e O José María Vargas. Alguns hospitais privados são O Hospital Metropolitano, A Clínica El Divino Niño, A Clínica Santa Sofía, O Centro Médico, O Centro de Especialidades Médicas e A Policlínica Maturín.

Maturín é sede de um centro de atenção psiquiátrica. Também tem uma pousada para as pessoas idosas.

Educação

A escola mais antiga de Maturín foi la Santa Cecilia, fundada ao fins do século XIX. Mais tarde esta instituição educacional começou a chamar-se Miguel José Sanz e recebeu a categoria da escola secundária. A escola secundária Miguel José Sanz é a mais importante da cidade. Sua sede atual foi construida a partir de 1951 e fica na avenida Bolívar.

Outras instituições educacionales célebres são a escola secundária Francisco Isnardi (fundada em 1959) e a escola República del Uruguay.

Maturín tem as seguintes universidades:

Universidades públicas:

  • Universidad de Oriente (UDO).
  • Universidad Pedagógica Experimental Libertador (UPEL).
  • Universidad Nacional Abierta (UNA). Ali os estudos são à distância.
  • Universidad Bolivariana de Venezuela (UBV).
  • Universidad Nacional Experimental Simón Rodríguez (UNESR).

Universidades privadas:

  • Universidad Gran Mariscal de Ayacucho (UGMA).
  • Universidad Cecilio Acosta (UNICA). Ali os estudos são à distância.
  • Universidad de Margarita (UNIMAR). Fazem-se ali cursos de pós-graduação.
  • Universidad Santa María (USM). Fazem-se ali cursos de pós-graduação.

Outros institutos privados da educação superior:

  • Instituto Universitario Politécnico Santiago Mariño (IUPSM).
  • Instituto Universitario de Tecnología Industrial Rodolfo Loreto Arismendi (IUTIRLA).
  • Instituto Universitario de Tecnología Venezuela (IUTV).

Lugares de interesse

A praça Bolívar é a principal praça de Maturín e ao mesmo tempo é a mais antiga da cidade. Em frente dela encontra-se o palácio do governo (foi terminado em 1949), onde o governador do estado Monagas exerce seu governo.

A igreja de San Simón é a mais antiga de Maturín. Foi construida entre 1885 e 1887. Fica em frente da praça Bolívar.

La catedral de Nuestra Señora del Carmen (a catedral da nossa senhora da Carmen) é um templo católico do estilo románico. Sua construção começou em 1961 e foi terminada em 1981. Fica na avenida Bolívar.

Amana do Tamarindo é uma pequena aldeia próxima de Maturín. Recebe sua nome de um árvore do tamarindo que fica dentro da aldeia, assim como do rio Amana. Debaixo desse árvore do tamarindo, que existe ainda, nasceu o general José Tadeo Monagas. Hoje uma pequena praça rodeia o árvore do tamarindo e uma placa que fica dentro da praça recorda o acontecimento.

Parques

Maturín tem muitos parques. O parque zoológico da cidade é o parque da Guaricha. Vários tipos de animais tais como leões, macacos, cobras, veados e muitas aves podem encontrar-se ali. Este parque zoológico foi fundado em 1979. Fica na avenida Raúl Leoni.

O parque Menca de Leoni foi antigamente o parque zoológico de Maturín. Atualmente não tem animais dentro do mesmo. Este parque fica na avenida Juncal da cidade.

Outros parques são o parque Andrés Eloy Blanco, o parque Padilla Ron (fica no setor las Cocuizas), o parque Rómulo Betancourt (fica na avenida Universidad), o parque dos Guaritos (fica no setor los Guaritos).

Museus, teatros e galerias de arte

O complexo cultural de Maturín é um grupo de edifícios onde concentram-se várias instituições de tipo cultural. Entre estas estão a escola de artes plásticas Eloy Palacios e a biblioteca. Dentro de pouco tempo o museu de arte contemporâneo Mateo Manaure e um teatro serão terminados.

A casa da cultura é um pequeno auditório para as apresentações das peças do teatro e da dança. O edifício da casa da cultura alberga a sede do instituto da cultura do estado Monagas. Fica na avenida Bolívar.

Maturín tem uma galeria de arte pertencente a uma rede nacional de galerias de arte do CONAC. Fica dentro do centro comercial Guarapiche.

O museu da rádio conta com uma amostra dos equipamentos técnicos e das fotos do mundo da radiodifução e do jornalismo do estado Monagas. Encontra-se dentro da casa do artista plástico de Maturín.

O museu da antropologia de Maturín exibe uma amostra da cultura dos povos indígenas do estado Monagas. O museu fica dentro do complexo desportivo da cidade.

Meios de comunicação

El Oriental (fundado em 1982), La Prensa de Monagas (fundado em 1998), Extra, El Sol(fundado em 1970) e El Periódico são os jornais de Maturín.

Maturín tem muitas estaçãos de rádio. Radio Maturín 1180 (fundado em 1961), Radio Monagas 960 (fundado em 1948) e Radio Guarapiche 840 (fundado em 1983) são emissoras em onda média. Algumas estações em frequência modulada são: Maturín 94.7, Monagas 93.5 (fundado em 1991), PDVSA 95.5, Caliente 102.5, Ritmo 104.0, La Romántica 97.1, Fiesta 102.1, Órbita 88, Rumbera, XL 106.0, Olímpica, La Mega 90.9, Onda 96.3, 92.7, Ruta de Escape 105.0 (uma emissora com programação de tipo religioso).

TVO, Orivisión e Monagas TV são estações privadas de televisão de Maturín.

Desporto

O complexo desportivo de Maturín é um lugar com instalações para o futebol, o beisebol, o basquetebol, o tênis, o atletismo, o ciclismo, o boxe, o futebol de salão, etc. Fica na avenida Raúl Leoni.

Monagas Sport Club é a equipe de futebol de primeira divisão de Maturín. Foi fundada em 1988 e joga suas partidas no estádio Alexander Bottini.

No basquetebol, Maturín é a sede da equipe Gatos de Monagas. Gatos de Monagas joga suas partidas no ginásio Gilberto Roque Morales.

Lista dos presidentes da câmara de Maturín

HISTÓRIA DE MATURÍN

Como la Academia Venezolana de la historia de esta ciudad fue fundada el 07 de diciembre 1760 por el español Fray Lucas de Zaragoza. Maturín es una diócesis católica desde 1958.
Salud
Las aguas residuales de la ciudad comenzó a construirse en 1944.
El centro de atención primaria de Manuel Maturín el Hospital Núñez Tovar. Otros hospitales públicos son José Antonio Serres y José María Vargas. Algunos hospitales privados son el Hospital Metropolitano, Clínica El Divino Niño, la Clínica Santa Sofía, Centro Médico, el Centro de Especialidades Médicas y de la Policlínica Maturín.
Maturín es sede de un centro de atención psiquiátrica. También cuenta con un albergue para las personas mayores.
Educación
La escuela más antigua de Maturín la Santa Cecilia fue fundada en el siglo XIX. Más tarde, esta institución educativa comenzó a ser llamado José Miguel Sanz y recibió la categoría de la escuela secundaria. La Escuela Miguel José Sanz es la ciudad más importante. Su actual sede fue construida a partir de 1951 y está situado en la avenida Bolívar.
Otras instituciones educativas son famosos Isnardi Francisco Middle School (fundada en 1959) República Oriental del Uruguay y la escuela.
Maturín tiene las siguientes universidades:
Las universidades públicas:
• Universidad de Oriente (UDO).
• Universidad Pedagógica Experimental Libertador (UPEL).
• Universidad Nacional Abierta (UNA). Hay estudios a distancia.
• Universidad Bolivariana de Venezuela (UBV).
• Universidad Nacional Experimental Simón Rodríguez (UNESR).
Las universidades privadas:
• Universidad Gran Mariscal de Ayacucho (UGMA).
• Universidad Cecilio Acosta (UNICA). Hay estudios a distancia.
• Universidad de Margarita (UNIMAR). Ellos están ahí después de la graduación.
• Universidad Santa María (USM). Ellos están ahí después de la graduación.
Otros institutos privados de educación superior:
• Instituto Universitario Politécnico Santiago Mariño (IUPSM).
• Instituto Universitario de Tecnología Industrial Rodolfo Loreto Arismendi (IUTIRLA).
• Instituto Universitario de Tecnología Venezuela (IUTV).
Lugares de interés
La Plaza de Bolívar es la plaza principal, mientras que Maturín es la más antigua de la ciudad. Frente a él se encuentra el palacio del gobierno (que se terminó en 1949), donde el gobernador del estado Monagas tiene su gobierno.
La iglesia de San Simón es la más antigua de Maturín. Fue construido entre 1885 y 1887. Situado en la Plaza de Bolívar.
La Catedral de Nuestra Señora del Carmen (La Catedral de Nuestra Señora del Carmen) es una iglesia católica de estilo románico. Su construcción se inició en 1961 y se terminó en 1981. Se encuentra ubicado en la Avenida Bolívar.
Tamarindo de Amana es un pequeño pueblo cerca de Maturín. Recibe su nombre de un árbol de tamarindo que se encuentra dentro del casco urbano, así como el río Amana. Bajo este árbol de tamarindo, que todavía existe, nació el General José Tadeo Monagas. Hoy en día un pequeño cuadrado alrededor del árbol de tamarindo y una placa que se encuentra dentro de la plaza recuerda el evento.
Parques
Maturín tiene muchos parques. El parque zoológico de la ciudad es Guaricha del parque. Varios tipos de animales como leones, monos, serpientes, venados y muchas aves se pueden encontrar allí. Este zoológico fue fundado en 1979. Se encuentra ubicado en la Avenida Raúl Leoni.
El parque fue antiguamente Menca Leoni del parque zoológico de Maturín. Actualmente no hay animales en el interior. Este parque está situado en la avenida Juncal de la ciudad.
Otros parques son el Parque Andrés Eloy Blanco, el Parque Padilla Ron (Cocuizas ellos reside en el sector), el parque Rómulo Betancourt (avenida de la universidad es a), el parque de Guaritas (Guaritas ellos es en el sector).
Museos, teatros y galerías de arte
El complejo cultural de Maturín es un grupo de edificios donde se concentran varias instituciones de tipo cultural. Entre ellas se encuentran la escuela de artes y biblioteca Eloy Palacios. Pronto, el museo de arte contemporáneo Mateo Manaure y un teatro se completará.
La casa de la cultura es un pequeño auditorio para las actuaciones de las piezas de teatro y danza. El edificio de la casa de las casas de la cultura de la sede de la Oficina de la cultura del estado de Monagas. Se encuentra ubicado en la Avenida Bolívar.
Maturín posee una galería de arte propiedad de una red nacional de arte CONAC galerías. Se encuentra en el interior del centro comercial Guarapiche.
de radio El museo tiene una muestra de equipos técnicos e imágenes del mundo del periodismo y el estado Monagas radiodifução. Es dentro de la casa del artista de Maturín.
El Museo de Antropología de Maturín muestra una muestra de la cultura de los pueblos indígenas en el estado Monagas. El museo se encuentra dentro de un complejo deportivo de la ciudad.
Los medios de comunicación
El Oriental (fundada en 1982), La Prensa de Monagas (fundada en 1998), Extra, El Sol (fundada en 1970) y El Periódico son publicaciones de Maturín.
Maturín tiene estación de radio muchos. Radio Maturín 1180 (fundada 1961), Monagas radio 960 (fundada en 1948) y Radio Guarapiche 840 (fundada en 1983) se emiten en onda media. Algunas estaciones de FM: 94.7 Maturín, Monagas 93,5 (fundada en 1991), PDVSA 95.5, Caliente 102.5, 104.0 Ritmo, La Romántica 97.1, 102.1 Fiesta, Orbit 88, Rumbera, XL 106.0, Olímpico, La Mega 90.9, Onda 96.3 , 92.7, 105.0 ruta de escape (una estación con una formación de tipo religioso).
estaciones de TVO, Monagas Orivisión y la televisión son los organismos de radiodifusión de Maturín.
Deportes
El complejo deportivo de Maturín es un lugar con instalaciones para fútbol, béisbol, baloncesto, tenis, atletismo, ciclismo, boxeo, fútbol, etc. Se encuentra ubicado en la Avenida Raúl Leoni.
Monagas Sport Club es el equipo de fútbol de primera división de Maturín. Fue fundada en 1988 y juega sus partidos en el estadio Alexander Bottini.
En baloncesto, Maturín es la sede del equipo de Gatos de Monagas. Gatos de Monagas juegan sus partidos en el gimnasio Gilberto Roque Morales.
Lista de alcaldes de Maturín
• María Elena Cañizales (1990-1992) Acción Democrática
• Dr. José Enrique López Tablero (1993-1995) COPEI PERO
• Domingo Urbina Simoza (1996-2000), (2000-2004) Acción Democrática
• Prof. En Rojas (2004 -) Movimiento Quinta República

ANIVERSÁRIO


Atriz, poeta e radialista, Sônia Amorim

Quem faz aniversário hoje é a radialista, poeta e atriz Sônia Amorim. Ela está recebendo cumprimentos de amigos, admiradores e familiares pelo aniversário e pelo trabalho que sempre desenvolveu ao longo dos anos. Sônia é amiga desse BLOG que também a parabeniza.

UM QUADRO POR US$ 68,9 MI

A BELA ROMANA (France Presse)

NOVA YORK, 2 Nov 2010 (AFP) -O quadro de Amedeo Modigliani, "A Bela Romana", bateu todos os recordes de vendas do artista italiano, e foi arrematado por US$ 68,9 milhões de dólares, em leilão celebrado esta terça-feira, em Nova York.

O óleo sobre tela que exibe uma mulher seminua foi estimado em mais de US$ 40 milhões pela casa Sotheby's, mas o leilão superou com folga as expectativas no começo das vendas de arte impressionista e moderna.

O recorde anterior para uma obra de Modigliani era de 43,1 milhões para uma escultura (vendida em junho passado) e de 31,3 milhões de dólares para um quadro (2004).

Na mesma noite, outra tela de Modigliani, "Jeanne Hebuterne com chapéu" foi vendido por 19,1 milhões de dólares e "O estanque de Nenúfares", de Monet, mudou de mãos por US$ 24,7 milhões.

Os grandes leilões de outono de arte impressionista, moderno e contemporâneo comeparam com um mercado recuperado após a crise e marcado pela globalização do gosto.

UN MARCO PARA 68.900.000 DÓLARES
AFP
NUEVA YORK, 02 de noviembre 2010 (AFP)-El marco de Amedeo Modigliani, "El Romano Beautiful", rompió todos los récords de ventas de la música italiana, y se vendió por 68,9 millones dólares en una subasta celebrada este martes el miércoles en Nueva York.

El óleo sobre lienzo que muestra a una mujer medio desnuda se estimó en más de $ 40 millones en subasta de Sotheby's, pero con comodidad superó las expectativas al inicio de las ventas de arte impresionista y moderno.

El anterior récord para una obra de Modigliani fue de 43,1 millones de euros para una escultura (se vende en junio pasado) y 31,3 millones de dólares por una mesa (2004).

La misma noche, otra pantalla de Modigliani, "Jeanne Hébuterne con sombrero" se vendió por 19,1 millones de dólares y "Nenúfares estancos" de Monet, cambió de manos por $ 24,7 millones.

Las subastas de otoño de los principales impresionista, moderno y contemporáneo con un mercado COMEP recuperado después de la crisis, marcada por la globalización del gusto.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

JUDITH DIAZ

Carnaval em Maturin, na Venezuela

En Menegas / Maturín / Venezuela está experimentando una mujer interesante. Se trata de días Judith, una mujer que realiza un trabajo en beneficio de los niños con necesidades especiales.
Usted millones de besos para mi amor hermoso!
juviscar@hotmail.com