terça-feira, 26 de outubro de 2010
SUZANA EM LIBERDADE
Habeas corpus livra Suzana
Depois de ficar mais de dois meses presa no Conjunto Penal de Itabuna, a secretária Suzana Andrade, acusada de matar o próprio companheiro Alex Santos, obteve habeas corpus do Tribunal de Justiça e foi posta em liberdade nesta terça-feira, 26.
Apontada como autora intelectual do homicídio de Alex Santos, no dia 21 de novembro de 2009, a esposa da vítima, Suzana Andrade, foi liberada agora a pouco,do presídio de Itabuna. Ela foi presa no dia 23 de agosto e liberada por habeas corpus, após mais de dois meses de prisão.
JUIZA DIZ QUE BRUNO DEVERIA ESTAR SOLTO
O goleiro Bruno algemado deixa o Fórum de Esmeraldas, na Grande BH; atrás, o amigo Macarrão. (Foto: Alex Araújo/G1 MG))
A juíza Maria José Starling ouviu, nesta terça-feira (26), no Fórum de Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, quatro testemunhas de defesa sobre o desparecimento e morte de Eliza Samudio. Em princípio estavam previstos sete depoimentos, mas os advogados dispensaram três. A sessão começou às 13h30 e terminou às 16h20.
Um porteiro que trabalha no Condomínio Turmalina, onde fica o sítio do Bruno, disse que não viu os réus juntos no local em um dia específico, mas que eles estiveram em dias diferentes e alternados – provavelmente entre 6 e 12 de junho deste ano. O homem afirmou, ainda, que também não viu nenhum bebê de colo no período. Na maior parte do tempo, Fernanda Gomes de Castro rezava terço e chorava.
Após a audiência, a juíza disse que o goleiro Bruno deveria estar solto “porque ele tinha emprego e endereço fixo”. Para Maria José, os trabalhos desta tarde transcorreram com normalidade. “Achei que a defesa foi bem e que fatos foram elucidados”, disse.
Ainda segundo Maria José, o processo que apura o sumiço e a morte de Eliza Samudio deveria estar tramitando na Comarca de Esmeraldas. “O que aconteceu em Contagem? Por que o processo corre lá”, questionou.
Bruno foi algemado para ser levado à penitenciária mas, logo depois, a juíza pediu que as algemas fossem retiradas porque ela queria falar com o goleiro. A reportagem do G1 perguntou o que a magistrada falaria com o atleta e ela respondeu: “Não posso falar. Essa conversa é só entre mim e ele”. Ela saiu e Bruno foi atrás escoltado. Eles entraram em uma sala reservada.
A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) informou que apenas os desembagadores e a juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, da Comarca de Contagem, podem relaxar as prisões ou mandar soltar os réus.
Entenda o caso
O goleiro Bruno é réu no processo que investiga a morte de Eliza Samudio. A Justiça de Minas Gerais aceitou a denúncia do Ministério Público contra Bruno e outros oito envolvidos no desaparecimento e morte de Eliza. Fernanda Gomes de Castro, ex-namorada de Bruno, foi presa em Minas Gerais. De acordo com o inquérito policial, Eliza foi morta no dia 9 de junho, em uma casa em Vespasiano.
O goleiro; Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão; Sérgio Rosa Sales; Dayanne Souza; Elenilson Vítor da Silva; Flávio Caetano; Wemerson Marques; e Fernanda Gomes de Castro respondem na Justiça por homicídio triplamente qualificado, sequestro e cárcere privado, ocultação de cadáver e corrupção de menor. Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, é o único que responderá por dois crimes. Bola foi denunciado por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Todos os acusados negam o crime. As penas podem ultrapassar 30 anos.
A pedido do Ministério Público, a Justiça decretou a prisão preventiva de todos os acusados. Com essa medida, eles devem permanecer na cadeia até o fim do julgamento. Em 2009, Eliza teve um relacionamento com o goleiro Bruno, engravidou e afirmou que o pai de seu filho é o atleta. O bebê nasceu no início de 2010 e, agora, está com a mãe da jovem, em Mato Grosso do Sul.
MINISTRO SÓ FALA NOS AUTOS

Ministro Ari Pargendler, presidente do STJ, em
imagem de arquivo (Foto: Luiz Antonio SCO / STJ)
A assessoria do Superior Tribunal de Justiça (STJ) informou ontem, segunda (25) que o presidente do tribunal, ministro Ari Pargendler, só deve se manifestar nos autos do processo sobre a acusação de assédio moral feita por um estagiário.
Na última sexta (22), a assessoria havia informado que, nesta segunda, ele concederia uma entrevista - cancelada.
De acordo com a assessoria, como o processo tramitará no Supremo Tribunal Federal, para onde foi encaminhado o boletim de ocorrência registrado na 5ª Delegacia de Polícia Civil do Distrito Federal, o ministro decidiu se manifestar somente nos autos.
O estudante universitário Marco Paulo dos Santos, 24 anos, trabalhava como estagiário na Coordenadoria de Pagamento do STJ. Ele disse que foi demitido na última terça-feira (19), menos de uma hora depois de um episódio envolvendo o ministro, que ele avaliou como assédio moral.
De acordo com o estudante, o caso começou quando ele estava na fila dos caixas eletrônicos para realizar um depósito. Ele declarou que, ao chegar ao banco, foi informado por um funcionário que apenas o caixa que Pargendler estava usando funcionava para depósitos.
O estagiário disse que ficou atrás da linha que demarca o início da fila, aguardando a vez, quando foi abordado pelo ministro, que teria pedido para que ele deixasse o local.
Santos afirma que não sabia quem era o ministro e argumentou que somente aquele caixa estava funcionando.
Segundo o estudante, Pargendler teria feito gestos bruscos e mandado ele sair de perto. “Não tinha a menor noção de quem ele era. Achei uma falta de educação, mas não reagi, apenas fiquei parado onde estava, olhando, quando ele disse: ‘Sou Ari Pargendler, presidente do STJ, e vocês está demitido. Isso aqui acabou para você’”, relatou o estudante.
ERENICE DEPÕE NA PF

Ex-ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, AMIGA ÍNTIMA DE Dilma Roussef deixa a Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, após prestar depoimento. (Foto: Celso Júnior / Agência Estado)
A ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra afirmou nesta segunda-feira (25), em depoimento à Polícia Federal, em Brasília, que participou de uma reunião com representante da empresa EDRB. Em setembro, o ministério informou que ela não havia participado.
A empresa tentava um empréstimo de R$ 9 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) supostamente por intermédio de Israel Guerra, filho da ex-ministra. Segundo o consultor Rubnei Quícoli, que tratou do negócio, Israel queria 6% do valor da liberação a título de “taxa de sucesso”. O BNDES, no entanto, negou o financiamento.
Quícoli foi um dos responsáveis pela denúncia sobre o suposto esquema de tráfico de influência na Casa Civil.
No depoimento, Erenice afirmou que a reunião aconteceu no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), sede provisória do Executivo durante a reforma do Palácio do Planalto, e que ela participou “por alguns minutos, salvo engano entre 20 e 30 minutos”.
Erenice disse ainda que não não sabia informar se a reunião na Casa Civil havia sido intermediada pelo seu então assessor Vinícus Castro, suspeito de envolvimento com o suposto esquema de tráfico de influência. Segundo a ex-ministra, a agenda do ministério era feita pelo chefe de gabinete, na época, Jorge Vidal.
Ela também afirmou que não tinha conhecimento se o projeto da EDRB, de energia solar, teria chegado ao conhecimento da ex-ministra Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência, e que também não sabia quem auxiliou a empresa "a fazer consulta ao BNDES em fevereiro de 2010".
ATOR NÚ E BÊBADO
Polícia foi chamada a hotel em NY depois que ator Charlie Sheen foi flagrado nu e bêbado
O representante do ator Charlie Sheen disse ao site da revista "OK!" que o motivo de sua hospitalização na madrugada desta terça-feira (26) foi uma reação alérgica. Mais cedo, publicações especializadas na cobertura de celebridades relataram que Sheen fora encontrado nu e bêbado em um quarto de hotel em Nova York antes de ser levado ao hospital.
De acordo com o jornal "The New York Post", os policiais foram chamados ao Hotel Plaza depois de Sheen ter sido flagrado nu e bêbado em seu quarto de hotel. Ele teria chegado à emergência por volta das 2h30 voluntariamente. Segundo testemunhas, o ator estava "intoxicado, irracional" e "emocionalmente perturbado".
Segundo o "The New York Post", Sheen foi visto voltando ao seu quarto de hotel com uma mulher não identificada e teve um ataque de fúria depois de perceber que sua carteira e celular haviam desaparecido.
