quarta-feira, 21 de setembro de 2011

PRESIDENTA DILMA DEFENDE REFORMA NA ONU E ESTADO PALESTINO


Sob aplausos, ela celebrou ser a 1ª mulher a abrir debates e pediu união contra crise econômica

Ao inaugurar a 66ª sessão da Assembleia Geral da ONU, a presidente Dilma Rousseff defendeu um Estado palestino como membro pleno das Nações Unidas, a união dos países para enfrentar a crise econômica mundial e a reforma do Conselho de Segurança, com uma vaga permanente para o Brasil.

A presidente começou seu discurso ressaltando o "momento histórico" de uma mulher abrir os debates e foi recebida com aplausos. "Tenho certeza, senhoras e senhores, de que este será o século das mulheres." Dilma propôs união mundial contra a crise econômica. "Ou nos unimos todos e saímos, juntos, vencedores ou sairemos todos derrotados." "Como outros países emergentes, o Brasil tem sido, até agora, menos afetado pela crise mundial. Mas sabemos que nossa capacidade de resistência não é ilimitada. Queremos - e podemos - ajudar, enquanto há tempo", afirmou.

A presidente cobrou a reforma no Conselho de Segurança da ONU para "refletir a realidade contemporânea", com "representantes dos países em desenvolvimento". "O Brasil está pronto a assumir suas responsabilidades como membro permanente." Dilma voltou a ser aplaudida ao defender o ingresso pleno de um Estado Palestino na ONU: "Venho de um país onde descendentes de árabes e judeus são compatriotas. (...) Apenas uma Palestina livre e soberana poderá atender aos legítimos anseios de Israel por paz ."

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